O OUTRO LADO DA LUA
Amigos! Aqui jaz
o dos olhos de mel, o dos sonhos, o poeta!
(caiu-lhe a noite de uma estrela preta
e deixaram-no em paz
as sete-luas que lhe davam corda.)
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Calados, rezai por ele,
para que durma
e redurma.
Olhai que se Deus o acorda
e o mete na mesma pele,
não pode guardar segredo
do segredo em que fugiu
e vocês morrem de medo!
- Psiu!
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In - Livro de Bordo, 1ª Edição, Editorial Inquérito,1950
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Fotografia retirada da Internet

Psiu! - Estou a ler António de Sousa...
ResponderEliminarBeijos! António
E faz muito bem, meu amigo!
EliminarUm grande abraço para si! Continuo muito grata por tê-lo publicado no Cateespero!
Mais uma excelente memória!
ResponderEliminarBeijinho!
Olha filhote, o Pc esteve mais ou menos morto durante umas duas ou três horitas, mas agora, sem mais nem menos, recomeçou a funcionar. Não percebo nada disto!Quase parece um ser vivo com os seus faniquitos...
EliminarBeijinho!
hummm gostei.
ResponderEliminarObrigada! Este António de Sousa é um grande poeta, ligado à infância da Águia, da Byzâncio e da Seara Nova. Aqui vou tentar reeditar toda a sua obra, mas tenho tido pouco tempo... e deixo-me perder por arraiais...
EliminarAbraço!
A lua sempre foi uma fonte de inspiração para TUDO, desde poesia, musica, pintura etc. =)
ResponderEliminarSempre. Para o meu avô funcionava como uma amante distante, umas vezes, e como mãe, outras.
EliminarEu tenho-a como amiga e cúmplice. Mas é sempre importante na vida de um artista.
Abraço!
OI sou eu: Só depois de ler tudo desde a viagem ao outro lado da lua, é que pensei em dizer algo à cerca de: Qual foi o meu embaraço ao ao concluir que não basta gostar de poesia para fazer um comentário com pés e cabeça. E pensei. Bom tenho que arranjar uma justificação. Então saiu assim: Quem diz o que sabe, e fás o que pode, sem ofender ninguém, não é justo exigir-lhe mais. Ora aí está um bom álibi para mim. Isto para mim foi um presente que eu adorei, já que quando estou a ler poesia, os dias para mim são horas. e o tempo foge de mansinho. Obrigado pelo prazer que me proporcionou, em ler estes poesias. Um grande abraço.
ResponderEliminarFico muito feliz por ter gostado da poesia do meu avô.
EliminarÉ um poeta que está muito pouco divulgado, apesar de ter uma obra bastante significativa. Infelizmente não tenho tido tempo para publicar com maior assiduidade. talvez depois do lançamento... mas eu onheço-me! Depois deste lançamento virão muitos mais, se a saúde mo permitir.
Abraço!
Olá amiga. A saúde há de permitir sim. Eu sei que ninguém tem a saúde ao seu dispor, esse mercado ainda não há. Mas há que ter E. F. F. = esperança, fé e força. Sabes amiga, eu sou o salva vidas da parte de electricidade aqui da visinhança, e eles por norma, dizem: O visinho desculpe de estar sempre a incomodar. E eu por brincadeira, digo: Sim daqui a 100
Eliminaranos eu já não vou admitir isto. Não sei a tua idade ezterior, mas já deu para eu ver que interiormente ainda és muito jovem. Um beijinho e força.
Ó Fisga, eu já tenho 55 anos de viagem! E, às vezes, tenho a etranha sensaçõ de ter existido sempre... coisas de poeta e pintora...
EliminarAbraço!
Diria eu: Casos da vida real. Um abraço
Eliminar:)... é! São mesmo coisas da minha vida real!
EliminarAbraço!
Perdão eu não personalizei, eu apenas generalizei, foi o que me veio à cabeça assim de repente, lembrei-me de um programa televisivo, de seu nome casos da vida real.Um grande abraço.
EliminarTudo bem! E eu agora personalizei porque são coisas mesmo minhas. Daqui a pouco vou publicar o meu soneto de hoje no poetaorkedeusker.
EliminarAté já.
Olá amiga. Eu sei que as desculpas evitam-se, não se pedem, mas não tenho como voltar a trás. Foi um momento infeliz da minha parte. Só te peço que tentes esquecer se der para isso.
EliminarUm abraço e bom fim-de-semana.
Ó Fisga... esquecer o quê? Já não me lembro...
EliminarUm abraço!
PS- E não foi nada infeliz. Penso que tudo isto faz parte da comunicação, que é o que nos prende às palavras...
Obrigado amiga, se há coisas que me incomodam, são estas coisas. Eu esqueço-me do ditado que diz: (Se pensares o que vais dizer, saberás o que podes esperar). Um abração de amigo.
EliminarA verdade, verdadinha, meu amigo, é que a maior parte das coisas que eu digo e escrevo, nem tenho tempo para as pensar. Saem-me direitinhas, julgo eu, do coração. Éo caso dos meus poemas e dos meus quadros...
EliminarAbraço amigo!
Sabes amiga, Isso tem um nome e não fui eu que lhe o pus. Esta agora fez-me lembrar do tempo em que eu achei um busio e em cima da mesa o pusio. Tem um nome dizia eu. Chama-se directo do produtor ao consumidor. Um abraço forte.
EliminarOra aí está como isto se chama! Bem pensado!
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