HISTÓRIA NATURAL
Começou-se num ventre de mulher:
(Sempre uma vida nova é como um roubo...)
Foi menino e poeta e sempre lôbo!
Um chôro de mulher dói no seu riso:
Pelas suas traições e seus pecados
só beijos e perdões lhe foram dados.
Credo (se o tem...) é um sonho de mulher:
a mal-amada que lhe disse o amor:
- Ama!
Até a morte e a dor!
Maior será o que melhor se der!
(Ah, meu Deus, não apagues esta chama!
E venha o que vier!)
In - "O Náufrago Perfeito", Coimbra, 1944

Olá Amiga. Não é preciso dizer-te que adorei o poema. Mas Quero dizer-te que gostei de saber que ainda conseguiste postar ontem, e hoje? Claro que também vais postar hoje. Espero que estejas animadita. Um grande abraço Eduardo.
ResponderEliminarAinda cá estou, amigo Eduardo! O meu vale chegou adiantado! Estou contente, mas tão exausta que mal me consigo ter de pé.
EliminarUm abraço!
Olá amiga Maria João. Fico feliz por constatar que ainda está on. É o meu primeiro e único trabalho logo de manhã. E também vi que já recebeste a tua mesada. Só queria saber se já foste à minha caixa de correio, não é a do sapo, é a outra. Um grande abraço.
EliminarEduardo.
Já só tenho dois emails para abrir e ainda não dei com o teu, mas vou continuar a tentar...
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