ENCRUZILHADA II
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AO PORTO
Ó meu severo berço de granito!
(Este lembrar-me é um luar do fim?)
Vi os fiords - não valem o teu rio!
O melhor da tua força manda em mim.
A tua fala é um gume leal.
Avulso, o teu sabor independente,
Amigo ou inimigo - uma só fé!
Quando a névoa te cobre - um rosto ausente.
António de Sousa
In "Linha de Terra", Lisboa, 1951
Imagem retirada da internet

Olá amiga. João. Estou triste. Não consegui ver a imagem, será que ela foi vitima da pirataria marítima?. Mas mesmo assim gostei. Um abraço Eduardo.
ResponderEliminarQue pena, amigo! É uma fotografia lindíssima da ponte D. Luis e do Porto à beira Douro. Eu, que nunca vejo imagens daqui do CJO, consigo vê-la.
EliminarAbraço grande!
Olá M. João!
ResponderEliminarNo "Eu li..." mais um poema deste grande homem... Os seus sonetos também vão sendo publicados, dispersos pelos três blogs. Com a publicação do seu livro sinto-me mais à vontade para os publicar. Um grande abraço. António
Meu querido amigo, sinta-se sempre à vontade para publicar tanto os poemas de António de Sousa quanto os meus. Só tenho de lhe agradecer por tudo!
EliminarVou, de seguida, ao Eu Li!
Um abraço grande!